FMI sobre os riscos de deflação

Um excelente post no blogue do FMI, o IMF-direct, acerca dos riscos de deflação na Zona Euro: Deflation versus Lowflation. Os autores fazem uma interessante comparação com o Japão dos anos 90 e retiram duas conclusões. Primeiro, que a deflação pode tornar-se autosustentada no curto e médio prazo mesmo que as expectativas de inflação de longo prazo continuem razoavelmente ancoradas em torno do target oficial. Segundo, que a quebra de preços, uma vez instalada, é extraordinariamente difícil de reverter, mesmo através de medidas não convencionais. O bottom line é simples: o BCE deveria agir tão rapidamente quanto possível.

You can have too much of a good thing, including low inflation. Very low inflation may benefit important segments of the population, notably net savers. But in the current context of widespread indebtedness problems, it is working to the detriment of recovery in the euro area, especially in the more fragile countries, where it is thwarting efforts to reduce debt, regain competitiveness and tackle unemployment. The ECB must be sure that policies are equal to the tasks of reversing the downward drift in inflation and forestalling the risk of a slide into deflation. It should thus consider further cuts in the policy rate and, more importantly, look for ways to substantially increase its balance sheet, be it through targeted LTROs or quantitative easing (public and private asset purchases).

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