Curiosidades sobre taxas de juro na Zona Euro

As taxas de juro cobradas às empresas nacionais continuam a ocupar muito espaço nos diários da especialidade. Uma parte da surpresa com o nível de juros não é completamente justificada, dado que historicamente as empresas portuguesas sempre pagaram juros mais elevados do que o resto das companhias europeias. Mas os dados do BCE revelam, ainda assim, algumas curiosidades.

O elemento que chama mais a atenção não é o diferencial de ‘spreads’ entre Portugal e o resto, mas a forma como o seu agravamento parece estar circunscrito. De facto, Espanha e Irlanda registam agravamentos significativamente menores, apesar dos reconhecidos problemas dos respectivos sistemas financeiros.

Este quadro geral não parece resultar apenas da escolha da taxa de juro específica (até um ano). Quadros de taxas de juro de diferentes maturidades e contrapartes (famílias em vez de empresas, por exemplo) apresentam padrões semelhantes, o que reforça a surpresa inicial. Tanto quanto sei, os relatórios mensais do BCE não abordaram – pelo menos, ainda – esta curiosidade.

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